Samba de Coco nos dias de chuva

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Sábado chuvoso em São Paulo, gente aflita, quando chove não tem Maracatu. Mesmo assim mais de 100 pessoas esperançosas permaneceram no Alves Cruz até as 16hrs quando o Guga apitou, foi até o microfone e disse que tinha alguns informes e duas propostas de atividade. Falou brevemente sobre a apresentação no dia seguinte e disse que poderíamos fazer um papo sobre Maracatu ou cantar nossas toadas para entender erros e ir decorando as coisas que não sabíamos, foi quando uma voz bendita (acho que a do Jota) se sobrepôs ao murmurinho: “… ou então poderíamos fazer um Coco!”. As pessoas se agitaram, o Jesum que entende do assunto montou logo o time de batuqueiros, todos começaram a bater palmas e a primeira toada dizia: “… a sandália ta pesada, o tem barro tem, a sandália ta pesada, o tem barro lá… eu sou Coqueiro eu sou bicho cantador, eu sempre batuco Coco seja o tempo que for…”. E assim foi até pouco depois das 17hrs quando ainda tinha gente pedindo bis.
Pena que um monte de gente foi embora antes das quatro! Pra quem foi embora fica o aviso e pra quem ficou o agradecimento pela tarde em que relembramos a velha máxima: ” faça chuva ou faça sol, todos os sábados estamos aqui”.

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