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Introdução ao Maracatu – 1ª Turma de 2017

No próximo sábado realizaremos as inscrições para a primeira turma de 2017 do curso de Introdução ao Maracatu. São 70 vagas distribuídas entre percussão e dança e não é necessário conhecimento prévio.

Todos que concluem o curso podem integrar o Grupo Maracatu Bloco de Pedra.

As inscrições começam as 12h, mas as pessoas geralmente chegam antes para garantir suas vagas então se organizem para acordar cedo!

Para se inscrever não é preciso apresentar documentos e as atividades são gratuitas. Além de aulas práticas de percussão ou dança que acontecem aos sábados das 14h as 15h o curso conta com aulas sobre a história do maracatu e afinação dos instrumentos.

Até lá!

 

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OFICINA ABERTA: Vivência com o Mestre Hugo Leonardo – Nação do Maracatu Leão da Campina

Sábado dia 18 de julho, teremos o prazer de receber no Projeto Calo na Mão, Hugo Leonardo, mestre da Nação Leão da Campina (Recife – PE). Durante a oficina aberta, que tem como proposta um espaço livre onde qualquer pessoa pode aprender o maracatu de baque virado, iremos estudar e brincar a Nação do Maracatu Leão da Campina.

 

Oficina Aberta com Mestre Hugo

 

Fundado em 26 de Julho de 1997 na comunidade dos Coelhos, pelos integrantes do Centro Leão do Norte de Cultura Popular da cidade de Recife. Esse maracatu tem como símbolo a figura de um leão, o vermelho e o azul como as cores oficiais e como orixás patronos Iansã e Ogum. O Leão da Campina é composto em sua maioria por adolescentes e jovens, em grande parte moradores do bairro do Ibura em Recife.

 

Após a oficina aberta vamos fazer uma roda de conversa com o mestre para que ele nos conte um pouco de sua vivência dentro do maracatu e principalmente um pouco mais sobre sua Nação.

 

Vai perder?

 

INFORMAÇÕES:

Dia 18 de julho a partir das 15 horas

Entrada gratuita

Escola Estadual Professor Antonio Alves Cruz – Rua Alves Guimarães, 1511 – SP (próximo ao metrô Sumaré).

 

PARA SABER MAIS

Leão da Campina Desfile 2014 – clique aqui

Inventário Sonoro – clique aqui

Teaser DVD – clique aqui

 

Parabéns aos Novos Brincantes de Maracatu!

Neste sábado (25) aconteceu a apresentação de 1a Turma do curso de Introdução do Maracatu do Projeto Calo na Mão de 2015.

 

O Projeto Calo na Mão é uma iniciativa sócio-cultural que promove atividades de Maracatu de Baque Virado, garantindo o acesso de forma gratuita e irrestrita.

 

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Foto: Rogerio Sant’ana

 

O Curso de Introdução ao Maracatu é destinado aos novos brincantes que possuem interesse em reciclar ou conhecer um pouco mais sobre a cultura do maracatu. Divididos entre os diferentes instrumentos e dança, partilhados entre sorrisos e muita energia formaram-se mais de 50 novos brincantes!

 

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Foto: Rogerio Sant’ana

 

A apresentação, já tradicional deste curso, ocorre na Escola Alves Cruz no bairro Sumaré, em São Paulo, ao final dos dez encontros semanais que os brincantes participam. Nestes encontros são abordados diversos pontos sobre a cultura do Maracatu de baque Virado como os baques básicos dos instrumentos (caixas, gonguês, agbês e alfaias) e do bailado da dança. São apresentados também a história do Maracatu e sua importância dentro das brincadeiras de cultura popular brasileira e também as origens dos instrumentos, processo de feitura e também sua utilização dentro das “loas” (músicas tocadas e cantadas nos cortejos de maracatu).

 

Foto: Rogério Sant'ana

Foto: Rogério Sant’ana

 

Salvem Batuqueiros e Batuqueiras! Parabéns pela linda apresentação e continuem brincando com este sorriso no rosto e energia contagiantes!

 

 

Recesso para o Carnaval/Inscrições Curso de Introdução – Projeto Calo na Mão

Salve, Salve gente bonita!

Bom, venho lhes informar que no próximo sábado, vulgo sábado de carnaval dia 01/03 não teremos atividades.
Voltaremos dia 08/03 com as inscrições para o Curso de Introdução ao Maracatu, isso mesmo, abriremos as inscrições para o curso de introdução ao maracatu no dia 08/03 à partir das 12h00, as inscrições são presencias para os naipes dos Agbês, Alfaias, Gonguês, Caixas e Dança.

Marque na sua agenda, pois as vagas são super concorridas e limitadas
Bom carnaval para todos nós, que sejamos responsáveis e vale sempre lembrar que se beber não dirija.
Axééééé!

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Retorno das Atividades – Projeto Calo na Mão

Olá!Olá!
Venho orgulhosamente informar que já temos a data para retorno das oficinas abertas do Projeto Calo na Mão.
Dia 01/02 voltaremos com todo gás para tornar 2014 mais um ano maravilhoso.
Esperamos todos os brincantes, não esqueçam de avisar o amigos, vizinho, pai, mãe, irmãos, titia!
Estamos no Facebook também: Projeto Calo na Mão

Local:
Rua Alves Guimarães, 1511 – Pinheiros
Escola Professor Antonio Alves Cruz
Início às 15H00.

Até lá.
Axé!

 

 

 

Apresentação no Museu Afro 20/11

Salve, Salve Brincantes de Maracatu!

No próximo dia 20/11 estaremos nos apresentando no Museu Afro às 14H30. Faremos uma apresentação em homenagem ao Professor Ary de Rezende , no último dia 28/10 completou 1 ano de seu falecimento, fazendo parte desta homenagem todos os integrantes do Maracatu Bloco de Pedra estarão com o figurino comemorativo onde estará estampado uma imagem do Professor, nesta mesma homenagem estaremos realizando dois momentos marcantes, entregaremos uma cópia da Xilogravura e também o nosso lindo Estandarte, ou seja, fará parte do museu essa xilogravura  e o Estandarte do Bloco, legal né?!? Então não percam, será um dia de grandes emoções.

Confirme sua presença no Evento.

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Atividades do dia 16/11/2013 CANCELADAS

Salve, Salve Brincantes de Maracatu!

Infelizmente a nossa oficina do próximo Sábado (16/11)  aberta está cancelada.
Voltaremos com as atividades normais no dia 23/11.
Axé!

 

 

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Mestre Afonso no Projeto Calo na Mão

No próximo sábado (27/07) teremos a honra de receber o mestre Afonso Filho, que está à frente da Nação do Maracatu Leão Coroado – Olinda/PE.

 

 

Um pouco sobre o Maracatu Leão Coroado:

 

Uma das figuras mais marcantes na história do Leão Coroado foi Luís de França, que assumiu a liderança do maracatu fundado por seu pai, um ex-escravo africano, por volta do ano de 1954.

Mestre Luís, como era conhecido, nasceu na rua da Guia, bairro do Recife, em 1901. Cresceu no bairro de São José, onde aconteciam cultos africanos e frequentava terreiros de candomblé, como o de Pai Adão, em Água Fria.  Seus pais de santo foram Eustachio Gomes de Almeida e Dona Santa.

 

Dona Santa e Luís de França

Dona Santa e Luís de França

 

Como líder do grupo, que dirigiu com dedicação por mais de quarenta anos – de 1954 até 1997, o ano de sua morte – cuidou da organização, das obrigações religiosas e da direção da batucada, cujo baque secular foi repassado por seu pai.

Com a morte do Mestre, a liderança do Nação Leão Coroado passou para as mãos do babalorixá Afonso Gomes de Aguiar Filho, dono de um terreiro em Águas Compridas, em Olinda, local onde hoje está localizada a sede do maracatu.

 

Mestre Afonso

Mestre Afonso

 

 

E ai, vai perder?

Todas as atividades do Projeto Calo na mão são GRATUITAS e IRRESTRITAS. Compareça!

 

Rua Alves Guimarães, esquina com Rua Heitor Penteado

Sábado, 27/07, das 15 às 17hrs.

 

 

O mérito de Raquel Trindade

Da esquerda para a direita: Dilma Rousseff, José Sarney, Marta Suplicy e Raquel Trindade.
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O Projeto Calo na Mão e o Grupo Maracatu Bloco de Pedra, parabenizam a pesquisadora, folclorista e artista plástica, Raquel Trindade, que foi homenageada pela Ordem do Mérito Cultural no Palácio do Planalto, em Brasília, na segunda-feira (5/11).
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No Dia Nacional da Cultura, a presidente Dilma Rousseff e a ministra da Cultura, Marta Suplicy, condecoraram artistas que contribuíram para a formação cultural do povo brasileiro. No total, 41 personalidades receberam as insígnias da 18ª Ordem do Mérito Cultural.
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Filha mais velha do grande poeta negro, Solano Trindade, Raquel é conhecedora da história e cultura afro-brasileira e uma das maiores memórias vivas no Brasil.
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18ª Ordem do Mérito Cultural
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Nessa edição, o nome escolhido para ser reverenciado foi Luiz Gonzaga, no ano de comemoração do centenário de nascimento do “Rei do Baião”.
Uma das homenagens mais importantes do País, a Ordem do Mérito Cultural recebe indicações feitas pela população através de um formulário online ou pelos correios. Os nomes sugeridos são entregues a uma comissão composta por gestores das secretarias do Ministério da Cultura e por presidentes de diversas entidades vinculadas ao órgão. (Fonte: www.embu.sp.gov.br)
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Raquel Trindade
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Raquel Trindade de Souza, nasceu em 10 de agosto de 1936 em Recife, Pernambuco. Foi criada e registrada no Rio de Janeiro e mora em Embu das Artes/SP desde 1961. Filha de Maria Margarida da Trindade (terapeuta ocupacional) e Francisco Solano Trindade (poeta, pintor e militante do movimento negro). Antes de se dedicar as Artes Plásticas viajou por toda Europa como bailarina de danças folclóricas no grupo de seu pai, o Teatro Popular Brasileiro. Raquel é autodidata com exceção da gravura que estudou na Fundação Calouste Gulbenkian.
(Fonte: www.facebook.com/raqueltrindade.desouza)
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Agradecemos à Raquel Trindade por tudo o que ela fez e por tudo que continua fazendo pela cultura popular, desenvolvendo e representando o papel de uma brasileira que acredita nas raízes culturais de nosso país.
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Bloco de Pedra e Raquel Trindade
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Em julho do ano passado tivemos o prazer de levar o Bloco de Pedra a Embu das Artes para participar do Festival Solano Trindade, organizado pela turma do Teatro Popular Solano Trindade – TPST. Brincamos maracatu com Raquel, que nos acompanhou durante todo o cortejo no município. E como amanhã é Dia Nacional da Consciência Negra, terça (20), fica aqui a nossa homenagem à essa grande mulher que é Raquel Trindade, a Kambinda!
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Gustavo Nunes
gustavobnunes@gmail.com

Nota de falecimento – Professor Ary de Rezende

Na manhã deste domingo, 28 de outubro de 2012, faleceu em São Paulo no Instituto do Coração – Incor, aos 72 anos, o Professor Ary de Rezende.

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Ex-diretor da E.E. Professor Antônio Alves Cruz, para a qual contribuiu como educador até o fim de seus dias, atual presidente da Associação Fênix para o Desenvolvimento da Educação e Cultura e conselheiro do Museu Afro Brasil, Ary dedicou sua vida para o desenvolvimento de uma educação pública justa, construída por toda a comunidade escolar.

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O velório será no cemitério do Araçá das 20h  às 00h.

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Breve histórico

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Ary de Rezende nasceu em 1940 na cidade de Piquete no Vale do Paraíba, mas passou quase toda sua infância e parte da juventude em Lorena, interior de São Paulo. Terceiro filho de cinco irmãos teve inda criança seu destino traçado: por conta de um problema em uma das pernas não poderia realizar trabalhos pesados. Foi então condenado à educação.

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Cursou as séries iniciais em uma escola rural, o ginásio e parte do ensino médio em Lorena, aos 14 anos dava aulas para os amigos de escola. Em 1960, já na capital paulista, foi admitido pela escola de aplicação da Universidade de São Paulo – USP, onde cursou o terceiro ano do ensino médio. Também na USP fez graduação em Biologia. Em 1965 foi convidado para dar aulas de biologia na Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz, ainda no prédio anexo à escola Godofredo Furtado.

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No mesmo período casou-se com Dona Imaculada, companheira de toda a vida com quem teve dois filhos: Adriana e Marco Aurélio.

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Em 1966 tornou-se diretor assistente e em 1967 assumiu a direção da Alves Cruz.

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Era um homem negro num país racista; diretor de uma escola pública durante uma ditadura militar.

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No mesmo ano a escola foi transferida para o que seria sua sede oficial, um prédio na Rua Capote Valente. No entanto, apenas dois anos depois, em 1969, a prefeitura anunciou a construção da Av. Sumaré e solicitou a demolição do prédio.

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“… Eu fui falar com o Faria Lima, ele disse que poderia me dar uma nova escola, mas que não tinha o terreno…”

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Nos anos que se seguiram, apoiado por alunos e pais de alunos, enfrentou o governo municipal e só permitiu a desapropriação do prédio com o compromisso de construção de uma nova sede para a escola.

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 “… eu procurei Seu Dávio, um pai de aluno que era tesoureiro da APM e trabalhava no INSS, eu sabia que o INSS tinha muitos terrenos. Nossa solicitação foi prontamente atendida, recebemos uma lista e eu fui direto naquele terreno.”

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 O novo prédio ficou pronto em 90 dias, em novembro de 1971.

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“… Era uma barroca coberta por mato, não tinha sequer uma árvore… não tem uma só árvore ali que eu não tenha plantado, disso eu me orgulho!”

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Ary dirigiu a escola até 1976 quando foi convidado para integrar uma comissão da secretaria de educação, após 11 anos passou a direção da escola para a Professora Maria Ivone.

No mesmo ano deixou a carreira pública atendendo a um convite para coordenar a operação de uma empresa brasileira na África. Trabalhou na Nigéria e na Líbia por cerca de quatro anos.

Nos anos seguintes, de volta ao Brasil, trabalhou na iniciativa privada e posteriormente no departamento de merenda escolar da prefeitura de São Paulo.

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Em 2000 foi convidado por seus ex-alunos da Alves Cruz para participar de uma festa em homenagem aos ex-professores e recebeu a notícia de que novamente a escola estava ameaçada de fechamento.

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“Teve aquele jantar na Vila Madalena e os alunos estavam preocupados porque a escola estava para fechar, ai eu disse: De novo!”

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De 2000 a 2012, em parceria com seus ex-alunos Ary integrou e dirigiu o Projeto Fênix, iniciativa que contribuiu para que a Alves Cruz não fechasse as portas, retomando de forma vigorosa sua qualidade como instituição educacional, com participação da sociedade civil e de toda a comunidade escolar, como nos tempos em que dirigia a escola. Nos últimos anos de sua vida também foi conselheiro do Museu Afro Brasil.

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Ary de Rezende foi um homem honrado, que encheu de orgulho e alegria todos que o cercaram. Homem de muitos feitos deixou para o Brasil e para a educação brasileira uma escola erguida sob a convicção de que a educação de nossos filhos deve ser partilhada e construída por todos nós.

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Para os que o conheceram deixou um sorriso gigantesco, de esperança, luta e profunda alegria, que ficará impresso para sempre em nossas lembranças.

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Ary, obrigado por tudo, e sorte em sua nova jornada.

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