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Introdução ao Maracatu – 1ª Turma de 2017

No próximo sábado realizaremos as inscrições para a primeira turma de 2017 do curso de Introdução ao Maracatu. São 70 vagas distribuídas entre percussão e dança e não é necessário conhecimento prévio.

Todos que concluem o curso podem integrar o Grupo Maracatu Bloco de Pedra.

As inscrições começam as 12h, mas as pessoas geralmente chegam antes para garantir suas vagas então se organizem para acordar cedo!

Para se inscrever não é preciso apresentar documentos e as atividades são gratuitas. Além de aulas práticas de percussão ou dança que acontecem aos sábados das 14h as 15h o curso conta com aulas sobre a história do maracatu e afinação dos instrumentos.

Até lá!

 

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Maracatu Bloco de Pedra – Carnaval 2017

Olá Brincantes!

O carnaval já começou e mais um ano estaremos presente pelas ruas de São Paulo e Grande São Paulo.
Avisem todos que iremos levar nosso Maracatu cheio de novidades para alegrar o carnaval e vale lembrar que o Maracatu Bloco de Pedra apoia e luta por um Carnaval sem Assédio.
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/604829456379620/

 

Carnaval 2017

 

Não esqueça de anotar em sua agenda e se surgir aquela dúvida, entre em contato conosco por aqui ou pelo Facebook

Abraços e até lá!

 

Maracatu Quiloa no Projeto Calo na Mão: 10 anos de Bloco de Pedra

No sábado (25/7) durante a nossa oficina aberta receberemos nossos amigos do Maracatu Quiloa para comemorarmos nossos 10 anos! É uma alegria imensa abrirmos nossa casa para vocês!

 

10° Cortejo Quiloa – Foto: Rogério Sant’ana

10° Cortejo Quiloa – Foto: Rogério Sant’ana

 

O Quiloa é o primeiro grupo da Baixada Santista que se tem registros. Fundado em 2003 por estudantes da UNESP São Vicente, músicos e professores, que depois de participarem de um Arrastão de Maracatu de Baque Virado, na Feira Nordestina, em São Paulo. Liderado por Felipe Romano e Melina Cabral, o grupo começou a se reunir em uma república formada por estudantes da Unesp, onde começou a se pensar uma melhor maneira de aprender sobre o maracatu e despertar o interesse de mais pessoas para construir junto essa idéia de grupo. Com o apoio do Centro Acadêmico, os ensaios começaram a se realizar na própria faculdade.

 

Em setembro de 2004, diante da necessidade de aprimorar seus conhecimentos, o grupo, até então sem nome, decidiu convidar integrantes do grupo Viralatisse, Luiz Gustavo Silviano, Gledson Lima e Maria Carolina, para realizar uma oficina dentro das atividades da Semana da Biologia.

O primeiro arrastão de maracatu realizado pelo Quiloa, em fevereiro de 2006, contou com a participação do músico Nego Henrique, da banda Cordel do Fogo Encantado. Como a maioria dos integrantes do Quiloa eram alunos da Unesp e praticamente todos eram de outras cidades, a evasão era comum nos finais de ano. Portanto, no final deste ano, 3 dos 5 integrantes fundadores do Quiloa, Melina, Léo e Iara, voltaram para suas cidades, ficando o grupo sob a coordenação do músico Felipe Romano e apoio da educadora Carol Real.

 

Em 2007, foi realizado o segundo arrastão pelas ruas da cidade, na seqüência o grupo passou a ocupar o galpão cedido pelo diretor teatral, Tanah Corrêa, no bairro do Macuco, em Santos. Em abril, a presença de Mestre Shacon Vianna, da Nação Porto Rico – PE, em oficina aberta organizada pelo Quiloa, representou um marco para a história do grupo que passou a compreender o maracatu e sua responsabilidade como um meio do povo se expressar e mobilizar uns aos outros, colaborando diretamente na formação da cultura brasileira e na valorização de suas matrizes africanas, além do mestre auxiliar com os desafios impostos naquele momento de mais uma vez constituir a idéia de grupo, focando na possibilidade de desenvolver parcerias que fomentem o pertencimento e identidade cultural, resultando no convite de Mestre Shacon a Felipe para integrar a Nação Porto Rico como batuqueiro na passarela, em Recife, no ano seguinte.

 

Em julho de 2009, mais de 200 batuqueiros coloriram as ruas do centro de branco, amarelo e vermelho, identificando os integrantes do Bloco de Pedra/ SP e Quiloa. No mesmo mês, o grupo que buscava uma nova sede, conseguiu, por meio de uma parceria com a atriz Márcia Marques a ocupação de um casarão na Rua General Câmara, 99.

 

Durante o carnaval multicultural do Recife, o Quiloa foi homenageado com a escolha de uma de suas composições, “Essa é a minha Nação”, integrando o repertório do Porto Rico, que concorreu no desfile oficial dos Maracatus de Baque Virado, além de contar com nove integrantes do Quiloa na passarela. Na terça-feira de carnaval estreou como o primeiro maracatu fora do estado de Pernambuco a participar do carnaval do Recife.

 

O Maracatu Quiloa, durante seus 11 anos de realizações culturais com foco na cultura do Maracatu de Baque Virado, promove o intercâmbio cultural e proporciona a oportunidade de trocar, transmitir e vivenciar a Cultura Popular, realizando mostras de arte, cortejo, exposições, oficinas culturais, encontros e intervenções artísticas em espaços públicos e em outros pontos culturais, a Associação vem multiplicando os conhecimentos da cultura brasileira levando diversidade artística a todas as camadas sociais e assim fortalecendo a cultura popular na Baixada Santista.

 

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 Video: Quiloa e Bloco de Pedra – julho de 2009

 

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ITTXmuJToHo?rel=0&controls=0&showinfo=0&w=640&h=480]

 

Texto retirado de: http://quiloa.maracatu.org.br/

 

OFICINA ABERTA: Vivência com o Mestre Hugo Leonardo – Nação do Maracatu Leão da Campina

Sábado dia 18 de julho, teremos o prazer de receber no Projeto Calo na Mão, Hugo Leonardo, mestre da Nação Leão da Campina (Recife – PE). Durante a oficina aberta, que tem como proposta um espaço livre onde qualquer pessoa pode aprender o maracatu de baque virado, iremos estudar e brincar a Nação do Maracatu Leão da Campina.

 

Oficina Aberta com Mestre Hugo

 

Fundado em 26 de Julho de 1997 na comunidade dos Coelhos, pelos integrantes do Centro Leão do Norte de Cultura Popular da cidade de Recife. Esse maracatu tem como símbolo a figura de um leão, o vermelho e o azul como as cores oficiais e como orixás patronos Iansã e Ogum. O Leão da Campina é composto em sua maioria por adolescentes e jovens, em grande parte moradores do bairro do Ibura em Recife.

 

Após a oficina aberta vamos fazer uma roda de conversa com o mestre para que ele nos conte um pouco de sua vivência dentro do maracatu e principalmente um pouco mais sobre sua Nação.

 

Vai perder?

 

INFORMAÇÕES:

Dia 18 de julho a partir das 15 horas

Entrada gratuita

Escola Estadual Professor Antonio Alves Cruz – Rua Alves Guimarães, 1511 – SP (próximo ao metrô Sumaré).

 

PARA SABER MAIS

Leão da Campina Desfile 2014 – clique aqui

Inventário Sonoro – clique aqui

Teaser DVD – clique aqui

 

Apresentação Maracatu Ouro do Congo

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Canta forte, Batuqueiro,
toca faz tremer o chão!

 

O Maracatu Ouro do Congo surgiu na Zona Sul de São Paulo, sobre a benção do Mestre Chacon Vianna e como um filho da Nação do Maracatu Porto Rico. Fundado no bairro do Capão Redondo em 25 de julho de 2010 e desde então tem pesquisado, estudado e vivido um pouco desta incrível manifestação brasileira.

 

O Bloco de Pedra recebe o Maracatu Ouro do Congo em nossa Escola como parte das comemorações dos 10 anos do nosso Batuque!

 

 

 

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Quando: 30/05/2015 às 15 horas

Onde: Projeto Calo na Mão – Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz – São Paulo, SP. Para conferir como chegar, clique aqui.

 

PARA SABER MAIS:

Facebook:  https://www.facebook.com/maracatuourodocongo
Entrevista TV Capão:  https://www.youtube.com/watch?v=SXdpIwfEVC4

 

OFICINA ABERTA: ESTUDO DA NAÇÃO DO MARACATU LEÃO COROADO

Texto: Damaris Camata

 

Impossível falar de maracatu e não falar da Nação do Maracatu Leão Coroado. Mais difícil ainda falar em Leão Coroado e não falar em Luiz de França. Nascido em 1º de agosto de 1901, na rua da Guia, no bairro do Recife, Luiz de França foi uma figura de resistência e principal articular do maracatu de baque virado, principalmente da Nação de onde foi mestre por mais de 40 anos. A história que se conta é que a Nação do Maracatu Leão Coroado foi fundada em 1863 por ex-escravos e tinha um de seus diretores o pai de Luiz de França. Após assumir o Leão Coroado, o mestre Luiz de França viveu apenas para o maracatu, até a sua morte em 1997. Tinha grande respeito pela calunga da Nação, Dona Isabel, a qual cantava diversas loas homenageando-a.

 

Estandarte Nação do Maracatu Leão Coroado

Estandarte Nação do Maracatu Leão Coroado

 

Princesa Dona Isabel, aonde vai vou passear
Eu vou para Luanda, vou quebrar saramuná

 

Luiz de França tinha plena consciência da importância do Leão Coroado como patrimônio histórico cultural recifense e sempre batia de frente com órgãos como a prefeitura da cidade e o governo do Estado, tecendo críticas ferrenhas a pouca verba destinada aos maracatus tradicionais, entre outras questões. Ele orgulhava-se de ter o único maracatu a nunca ter ido parar em um museu, em mais de cem anos de existência! Para ele, os objetos sagrados do maracatu serem recolhidos a um museu não significava sua preservação. A preservação somente aconteceria colocando o maracatu na rua, todo ano, todo carnaval. E foi isso que fez.

 

Mestre Luiz de França

Mestre Luiz de França

 

Pouco antes da sua morte, Luiz de França aceitou a colaboração do babalorixá Afonso de Aguiar na condução do Leão Coroado. Todo o ensinamento passado peloo mestre Luiz de França para Afonso de maneira simples, no “quintal de casa”, e assim segue essa tradição que já passou dos 150 anos!

 

Mestre Afonso

Mestre Afonso

 

Durante todo o mês de maio estamos estudando o toque e as loas da Nação Leão Coroado, durante a oficina aberta no Projeto Calo na Mão. A oficina aberta tem como proposta um espaço livre para que se possa aprender a tocar o baque virado! Começa às 15 horas, vai perder?

 

Quando: Próximos dois sábados do mês de maio a partir das 15 horas

Onde: Projeto Calo na Mão – Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz – São Paulo, SP. Para conferir como chegar, clique aqui.

 

PARA SABER MAIS:

Entrevista com Mestre Afonso

Parte 1 – clique aqui

Parte 2- clique aqui

Documentário com Mestre Luiz de França, 1987 – clique aqui

TIMARACATU

Parte 1 – clique aqui

Parte 2 – clique aqui

 

Parabéns aos Novos Brincantes de Maracatu!

Neste sábado (25) aconteceu a apresentação de 1a Turma do curso de Introdução do Maracatu do Projeto Calo na Mão de 2015.

 

O Projeto Calo na Mão é uma iniciativa sócio-cultural que promove atividades de Maracatu de Baque Virado, garantindo o acesso de forma gratuita e irrestrita.

 

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Foto: Rogerio Sant’ana

 

O Curso de Introdução ao Maracatu é destinado aos novos brincantes que possuem interesse em reciclar ou conhecer um pouco mais sobre a cultura do maracatu. Divididos entre os diferentes instrumentos e dança, partilhados entre sorrisos e muita energia formaram-se mais de 50 novos brincantes!

 

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Foto: Rogerio Sant’ana

 

A apresentação, já tradicional deste curso, ocorre na Escola Alves Cruz no bairro Sumaré, em São Paulo, ao final dos dez encontros semanais que os brincantes participam. Nestes encontros são abordados diversos pontos sobre a cultura do Maracatu de baque Virado como os baques básicos dos instrumentos (caixas, gonguês, agbês e alfaias) e do bailado da dança. São apresentados também a história do Maracatu e sua importância dentro das brincadeiras de cultura popular brasileira e também as origens dos instrumentos, processo de feitura e também sua utilização dentro das “loas” (músicas tocadas e cantadas nos cortejos de maracatu).

 

Foto: Rogério Sant'ana

Foto: Rogério Sant’ana

 

Salvem Batuqueiros e Batuqueiras! Parabéns pela linda apresentação e continuem brincando com este sorriso no rosto e energia contagiantes!

 

 

OFICINA ABERTA: ESTUDO DA NAÇÃO ESTRELA BRILHANTE DE IGARASSU

Texto: Damaris Camata

 

Todos os sábados na Escola Professor Antônio Alves Cruz nos reunimos para brincar o maracatu de baque virado, as oficinas abertas que acontecem a partir das 15 horas tem um espaço livre para que qualquer pessoa possa vivenciar a experiência de tocar maracatu. Além disso, a partir de abril iremos utilizar o espaço da oficina aberta para realizar estudos sobre Nações de Baque Virado. Abril é o mês da Nação Estrela Brilhante de Igarassu. Conheça agora um pouquinho sobre essa Nação!

 

Ensaio da Estrela Brilhante de Igarassu – Mestre Gilmar (ao centro)
Foto: Cainã Reis


Noite de abertura do Carnaval em Igarassu, no Estado de Pernambuco. Os batuqueiros estão reunidos na sede da Nação Estrela Brilhante de Igarassu, localizada na Rua França nº 70, no Sítio Histórico da cidade. As mulheres separando suas roupas para o tradicional arrastão que ocorre pelas ruas da cidade anunciando que o Carnaval vem aí. A boneca Dona Emília, calunga da Nação, devidamente trajada com um vestido cheio de detalhes, aguarda o momento em que sairá a frente da Nação para brincar maracatu. Tio Bel e Mestre Gilmar, filhos de Dona Olga e netos de Dona Mariú, estão atrás dos últimos preparativos para a brincadeira começar.

 

Estrela Brilhante de Igarassu

Estandarte Estrela Brilhante de Igarassu e sua calunga, Dona Emília
Fotos: Cainã Reis

 

Quando a batucada começa é difícil ficar parado! O som inconfundível dos tambores de macaíba do Estrela Brilhante de Igarassu ecoa pelas ruas daquela cidade, onde todos param para ver o maracatu passar. A cada loa tocada, um pouco da história riquíssima dessa Nação é mostrada para o público.

 

Estrela Brilhante de Igarassu

Foto: Cainã Reis

 

Assim como a maior parte dos maracatus pernambucanos, é difícil saber especificamente qual a fundação desse maracatu. A data oficial segundo Dona Mariú, matriarca da Nação, deu-se em 1824 – quando o Estrela Brilhante de Igarassu passou para as mãos de seus pais sendo posteriormente transferida à ela. Dona Mariú participa do maracatu desde os 12 anos e ficou a frente da Nação até sua morte em 2003. Mesmo impossibilitada de andar, Dona Mariú fazia questão de sair com seu maracatu pra rua e passou para seus filhos a tradição e o respeito por essa cultura. Sob as mãos de Dona Olga, que assume junto com seu filho mais novo Gilmar, o comando da Nação e as responsabilidades com a tradição de sua família. Dona Olga faleceu em 2013 mas sua alma e seu legado permanecem vivos sempre que batuqueiros vindos de todos os cantos do país se reúnem em sua casa nos dias de Carnaval para celebrar e brincar o seu maracatu!

 

Estrela Brilhante de Igarassu

Foto: Cainã Reis

 

Quando: 25 de abril a partir das 15 horas

Onde: Projeto Calo na Mão – Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz – São Paulo, SP. Quer saber como chegar: clique aqui.

 

Para saber mais:

TIMARACATU – Estrela Brilhante de Igarassu

Parte 1

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=HqNK3BaUTYM?rel=0&controls=0&showinfo=0&w=640&h=480]

Parte 2

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iu6eFKrKo20?rel=0&controls=0&showinfo=0&w=640&h=480]

Estrela Brilhante de Igarassu Noite dos Tambores Silenciosos 2015

Vídeo 1 [youtube http://www.youtube.com/watch?v=zcqlMp2zbO0?rel=0&controls=0&showinfo=0&w=640&h=480]

Vídeo 2 [youtube http://www.youtube.com/watch?v=Hv5MTcZ3PfY?rel=0&controls=0&showinfo=0&w=640&h=480]

 

Facebook – clique aqui para acessar a fanpage da Nação;

CD no Sons de Pernambuco – clique aqui para conhecer as loas.

 

 

Programação de Carnaval!

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Até o SESC Itaquera entrou na dança

Salve batuqueiros!

 

Aconteceu neste domingo a primeira apresentação Grupo Maracatu Bloco de Pedra de 2015 no SESC Itaquera. Em meio aos batuqueiros e catirinos, o baque-virado soou forte mais uma vez!

 

 

Apresentação SESC Itaquera

(Foto: Felipe Fountoura) – ver álbum completo

 

Realizado na área aberta do SESC ocorreu um cortejo que levou os usuários e visitantes a conhecer e brincar um pouco de maracatu. A brincadeira envolveu desde crianças até idosos numa gostosa brincadeira num domingo ensolarado.

Atividade integrante da programação de férias do SESC já nos preparando para o Carnaval.

 

Quer saber mais onde o Bloco vai passar? Dá uma olhada na nossa Agenda, clicando aqui.

 

 

 

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